Segunda base. Uma das quatro bases que constituem um campo de beisebol. Fica a 27 metros do home plate. Foi a “casa” de nomes históricos, como o lendário Jackie Robinson. Mas para nós, é o fruto do nosso amor pelo esporte. O nosso Segunda Base já foi um podcast. Já ficou em férias por tempo indeterminado. Já “quase acabou”. E agora, virou a nossa casa. A casa da MLB no Brasil também.


O Segunda Base nasceu em dezembro de 2014, mas a história do projeto data de muito antes. Em julho de 2011, o pernambucano João Lima, fã de beisebol, decidiu criar um perfil no Twitter, o @MLBBrasil (sem relações com a liga), para poder discutir do esporte que gostava com os amigos da internet. Ali, criou uma grande rede de discussão que em janeiro de 2012 acabou se tornando um blog. E de blog, virou site pouco tempo depois. De site, virou a referência brasileira sobre as Grandes Ligas.

Em abril de 2013, em parceria com o site Spinball Net, o MLB Brasil criou um podcast semanal chamado (adivinha só!) Segunda Base. Tudo corria bem até que antes da temporada de 2014, João acabou se licenciando o projeto, que depois foi assumido pelo restante da equipe. Agora sem o site e com pouco tempo pra atualizar o perfil, fomos aos trancos e barrancos tentando fazer o nosso melhor. Fazer o nosso melhor era o mínimo para retribuirmos os mais de 3800 loucos por beisebol que nos seguem no Twitter.

Para 2015, queríamos fazer esse melhor de maneira diferente: com o nosso site de volta. E também com a abrangência maior. Nada mais justo que cobríssemos o nosso beisebol. Nosso de nosso mesmo. Da nossa gente. Na nossa terra. E que cresceu muito nos últimos tempos. Vimos nisso a oportunidade de colocar a nossa cara no projeto. Segunda Base foi a primeira e única sugestão de nome para o nosso “renascimento”. E acabou dando nisso aqui que você está vendo. 

Nosso compromisso aqui é com você, meu louco leitor/seguidor. Para nós, é a nossa paixão. Não é só falar de beisebol da boca pra fora. É falar o que nós sentimos pelo esporte. Não é traduzir o que está nos sites americanos. É dar a nossa versão para a notícia que eles dão lá. Sem isso, como iríamos chegar em posição de anotar corrida, hein?