“Eu ficaria grato se eles me aceitassem. Se não o fizerem, não há nada que eu possa fazer.”
“Todos os outros se explodiram. Eu falhei”, disse o prisioneiro. Os dois soldados capturados – gravemente feridos e lamentando que deveriam ter morrido – têm apenas 20 anos. No entanto, ambos expressaram um desejo claro de serem enviados para a Coreia do Sul e não regressarem ao Norte.
O direito internacional é claro sobre este assunto. A Convenção de Genebra exige que os prisioneiros de guerra sejam repatriados após o fim das hostilidades. Contudo, a repatriação involuntária de um detido é proibida se existir um risco credível de tortura ou perseguição.
A posição de Seul também é clara. O Ministério dos Negócios Estrangeiros enfatizou repetidamente que os prisioneiros norte-coreanos são considerados cidadãos sul-coreanos segundo a interpretação constitucional, e que o governo irá aceitá-los e fornecer-lhes protecção e assistência se procurarem asilo no Sul.



