O ex-embaixador britânico nos Estados Unidos e ex-ministro do governo Peter Mandelson enfrenta exigências para entregar os pagamentos que recebeu depois de ser demitido do cargo de embaixador dos EUA.
A importante figura trabalhista foi demitida por causa de seu relacionamento com o financiador pedófilo Jeffrey Epstein, mas a raiva em Westminster se intensificou após a última divulgação de documentos sugerindo que ela vazou informações para um amigo enquanto ele era ministro do governo.
Aliados do primeiro-ministro Keir Starmer disseram que as doações financiadas pelos contribuintes deveriam ser devolvidas ou doadas a instituições de caridade das vítimas.
O Ministério das Relações Exteriores disse que foi revisado “à luz de mais informações que agora surgiram”.
De acordo com o Sunday Times, o salário financiado pelos contribuintes que ele recebeu depois de ser demitido em setembro do ano passado pode chegar a US$ 55 mil (US$ 75 mil) a mais antes de impostos e deduções.
O ator luta por seu futuro em meio a dúvidas sobre a decisão de escalar Mendelssohn para o papel.



