O chefe do Jamaat-e-Islami de Bangladesh, Shafqur Rehman, também descartou a possibilidade de uma mulher ocupar um cargo de destaque no partido islâmico.
Numa entrevista televisiva, Rehman disse que as mulheres com menos filhos deveriam ter a opção após a licença de maternidade.
“A licença maternidade é de apenas seis meses. Não é suficiente. Uma criança nunca cresce em seis meses”, disse ela à Al Jazeera na semana passada.
Na mesma entrevista, disse que as mulheres deveriam ter filhos devido aos seus atributos físicos, mas que a responsabilidade parental da mulher limitaria a sua capacidade de liderar o seu partido.
Após uma postagem recente dela nas redes sociais após a entrevista, ela também se referiu à necessidade de parar de trabalhar as mulheres. Mais tarde, ela excluiu a postagem após reação de grupos de estudantes e mulheres.



