A OTAN disse na quarta-feira que lançou uma missão para reforçar a sua presença no Ártico, parte de um esforço para acalmar as tensões latentes dentro da aliança em meio à pressão dos EUA para adquirir a Groenlândia do presidente dos EUA, Donald Trump.
A nova missão irá coordenar o aumento da presença militar dos aliados da OTAN na região do Arctic Sentry, incluindo exercícios como o Arctic Endurance da Dinamarca na Gronelândia, disse o quartel-general militar da aliança num comunicado.
A NATO não estimou quantas tropas seriam destacadas, o que não deixa claro que tipos de meios militares estariam envolvidos na missão.
Mas o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, disse que reuniria os esforços dos vários membros da aliança sob um único comando, à medida que a Rússia e a China têm maior interesse no Árctico, onde o derretimento do gelo está a abrir novas rotas marítimas.
“Não só seremos capazes de alavancar o que estamos a fazer de forma mais eficaz”, disse ele aos jornalistas na sede da NATO em Bruxelas. “Também podemos descobrir quais são as lacunas que temos de preencher. E, claro, iremos preenchê-las.”
O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que os militares alemães participariam da primeira fase da missão com quatro Eurofighters e capacidades de reabastecimento ar-ar.



