A porta-voz do Departamento de Relações Exteriores das Filipinas, Angelica Escalona, disse na quarta-feira que Pequim tem o direito de proibir a entrada de funcionários na China, mas sua decisão de fazê-lo não ajudou.
“Embora seja uma prerrogativa soberana de um país impedir a entrada de cidadãos estrangeiros no seu território, tais ações não conduzem à promoção de boas e dinâmicas relações bilaterais, especialmente na restauração das interações interpessoais, com as quais tanto as Filipinas como a China estão comprometidas”, disse a Agência de Notícias Filipina, citando SS.
Um dia antes, a embaixada chinesa em Manila disse nas redes sociais que 16 funcionários de Kalyan, incluindo o prefeito da cidade, Beltzasar Al-Nadogan, e o deputado Maurice Philip Alexis Albeda, foram proibidos de entrar na China, incluindo Hong Kong e Macau.



