Agora que os Seahawks venceram seu segundo Super Bowl, é hora de avançar com a venda da franquia.
Ben Fischer Revista de Gestão Esportiva relata que os Seahawks dispostos em entidades externas para gerenciar o processo. Em particular, o banco de investimento Allen & Co. e o escritório de advocacia Latham & Watkins administrarão o processo do Paul G. Allen Trust.
Allen comprou a equipe em 1997. Após sua morte em outubro de 2018, sua irmã Jody assumiu o controle da equipe com o entendimento de que ela acabaria sendo vendida e os lucros iriam para instituições de caridade.
A liga só levantou a questão depois que o contrato expirou, em maio de 2024, o que exigiria que 10% do dinheiro fosse para o estado de Washington. Desde então, a liga vem pressionando Jody Allen para vender, resultando em uma multa de US$ 5 milhões que foi suspensa com o entendimento de que o time seria vendido.
A maior questão é a quantidade. Alguns membros da liga acreditam que o preço estará na faixa: De 9 bilhões de dólares a 11 bilhões de dólares. E o fato de os Seahawks terem acabado de ganhar o Super Bowl também não fará com que os preços caiam.
Em 2023, quando a franquia se enquadrar diretamente na categoria de mecânica de ponta, Commanders custará US$ 6,05 bilhões. Seahawks são uma operação pronta para uso e nada precisa ser revisado. Eles têm um GM chamado John Schneider, que construiu dois times separados do Super Bowl (e pode estar na fila para uma incursão de bronze em Canton). Eles têm um jovem técnico chamado Mike Macdonald, que está subindo ao topo da montanha da NFL em seu segundo ano no cargo.
Não há trabalho pesado a ser feito com os Seahawks. Apenas uma navegação tranquila. E há um valor real nisso.
Nosso palpite? Essa coisa vai começar a se mover.


