Rio tornou-se uma confusão novamente e prolongou a noite ruim com tigre com outro desempenho fraco em La Paternal, houve caiu por 1 a 0 com o Argentinos Juniors e a derrota o machucou muito Marcelo Gallardoo que foi descartado pelo sempre polêmico Andrés Merlos que novamente teve um desempenho ruim.
Pelo menos a queda de Rivers não foi culpa do árbitro. A equipe Muñeco está desorientada e desiste desesperadamente. A confusão com o Tigre teve consequências e os jogadores, que respondem cada vez menos ao treinador, não saíram dessa. Sem ideias, a equipa de Núñez viu-se sobrecarregada por uma situação que já sobrecarregava o plantel e a comissão técnica.
Gallardo surpreendeu com a formação titular de Diego Armando Maradona. Jogou com cinco meio-campistas e com Agustín Ruberto, de 9 anos.
E além do que pudesse ser lógico, parecia que Muñeco acabou montando o time a partir dos murmúrios e questionamentos dos torcedores que em todas as pesquisas deram aos jovens a vitória sobre Salas e Colidio para começar. Acontece que a própria comissão técnica deu a entender que Ruberto estava a um passo de ser titular, mas as emergências que voltaram após a dura batalha com o Tigre no Monumental mudaram tudo.
E com os cinco meio-campistas, o treinador procurou se cuidar e refletir de alguma forma com os argentinos que geralmente jogam com muita gente no meio do campo e não foi exceção na agradável noite de La Paternal.
Com a expulsão de Vera, Muñeco mandou Castaño e Galoppo para o campo, cedendo um ponto. Ambos escoltados Aníbal Moreno e Juanfer e Galván estavam na frente.
No primeiro tempo da partida, o River se adiantou melhor e ainda teve chance clara após belo passe de Galoppo para Montiel que chegou sozinho na área, mas não definiu bem e ficou pedindo pênalti de Viveros, que o atropelou por trás, o que não aconteceu.
Por esse protesto, Montiel foi repreendido e imediatamente Acuña, que bloqueou Lescano. A partir desse momento começou um vaivém entre os jogadores do River e Andrés Merlos, sempre polêmico, que culminou na expulsão de Gallardo, que o aplaudiu ironicamente após cometer uma falta a favor de seu time. Mas River confundiu entrega com overdrive. E o nervosismo cresceu em toda a Red Ribbon, a tal ponto que mais uma vez caíram na confusão. E pagou caro pela fraca resposta defensiva.
O gol do Argentino foi um exemplo disso. River defendeu de forma quase amadora. Depois de uma bola bloqueada não conseguiu rejeitar, quis sair e jogar no meio, Martínez Quarta fez um passe ruim, todos olharam para a bola e o deixaram sozinho. Hernán López Muñoz, que, acionado por Acuña e Rivero, recebeu de Viveros e definiu com calma, na solidão, seguir o time do primeiro e fazer um gol que não gritasse.
No segundo tempo o River ainda mais carente saiu com dois atacantes por conta da entrada do Subiabre e A saída de Castaño, que não contribuiu como de costume. E ele teve alguns minutos de clareza onde criou uma oportunidade clara, mas não consegui especificar, primeiro Galván e depois Galoppo, depois do mau começo de Cortés.
Mas parou aí. O River não gerou mais nada, quase não chutou de novo para o gol e o jogo, com o passar dos minutos, foi quebrado. Argentinos encontrou espaço, mas não conseguiu finalizar bem as jogadas e Beltrán fez duas bolas importantes, uma delas para Prieto, após cruzamento de Lopez Muñoz, que fez festa pela direita até cansar e sair. E As instalações também foram realizadas no Fattori, no centro do qual havia um relógio.
O River parou de jogar aos 10, pois Portillo sofreu uma grave lesão no joelho direito após colisão com Fattori e todas as alterações já haviam sido feitas. Os argentinos tiveram que finalizar, mas perdoaram o rival, que estava com os nervos em frangalhos. Da mesma forma, a vitória não corria perigo para Bug. River não estava mais em campo muito antes do final do jogo.



