Embora um em cada quatro filipinos tenha testemunhado ou experimentado infidelidade, cerca de 43 por cento disseram que estão dispostos a confiar novamente no seu parceiro se este o trair, informou o jornal The Inquirer, citando a última pesquisa da empresa de pesquisa social Social Weather Stations.
Cerca de 36% disseram que não podiam confiar no parceiro traidor, enquanto 19% estavam indecisos.
A pesquisa nacional, que conduziu entrevistas presenciais com 1.200 adultos durante uma semana em novembro, descobriu que 27% dos participantes disseram ter “testemunhado pessoalmente ou experimentado traição em um relacionamento”.
A traição física e emocional foram as formas mais comuns, com 11%. A pesquisa definiu traição física como “envolver-se em atividades sexuais e íntimas com outra pessoa” e traição emocional como “falar sobre um problema com outra pessoa em vez de com seu parceiro, ou ter sentimentos românticos por outra pessoa apesar de não ter um relacionamento físico”.
Isto foi seguido, com 6%, por duas formas online de infidelidade: cibertrapaça – “ter outra(s) conta(s) de mídia social sem o conhecimento do parceiro, ou conversar secretamente com outras pessoas” – e bate-papo com objetos – “prestar muita atenção a jogos, celulares ou outras coisas materiais que não têm tempo para o parceiro”.



