Eu indignação pública Filipinas O escândalo multibilionário do controlo de inundações reabriu um debate que ferveu durante anos: Será que finalmente forçará os políticos a lidar com um sistema fiscal que muitos filipinos consideram injusto, ineficiente e inclinado contra eles?
Um inquérito do Senado no final do ano passado revelou que políticos e autoridades locais conspiraram com empreiteiros para desviar pelo menos 200 mil milhões de pesos (3,5 mil milhões de dólares) destinados a projectos de controlo de cheias em todo o país, com algumas estruturas alegadamente nunca construídas, mal construídas ou colocadas em áreas erradas.
As revelações – abordando um programa destinado a proteger as comunidades de inundações crónicas – atraíram milhares de pessoas às ruas para protestar contra o que chamaram de roubo do “dinheiro do povo”.
Desde então, a reforma fiscal ressurgiu como parte do discurso público.
Presidente na terça-feira Fernando Marcos Jr. O Congresso permitiu a aprovação rápida de um projeto de lei para eliminar o imposto sobre viagens, que há muito era criticado por trabalhadores e turistas filipinos estrangeiros.
Para alguns, a medida sinalizou uma reação, mas para outros parecia cosmética.



