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LLA entrou em confronto com Axel Kisilov por reformas trabalhistas. Política do Intransigente

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Blocos A liberdade avança No Senado e na Câmara dos Deputados da província de Buenos Aires apresentaram nesta sexta-feira um projeto de declaração para rejeitar as declarações do governador. Axel Kisilov sobre Reformas trabalhistas É promovido pelo governo nacional. Os legisladores consideraram que a sua declaração “cria desinformação, incerteza e confusão entre o público”.

O presidente de Buenos Aires equiparou a iniciativa ao “projeto Martínez de Hoz durante a ditadura”, comparação que gerou polêmica na legislatura da província e reavivou a cisão entre o partido no poder da província e o ambiente pró-libertário.

O projeto de negação e crítica de Kisilov

O texto, apresentado simultaneamente nas duas legislaturas de Buenos Aires, acredita que o governador está usando o investimento para desacreditar uma política nacional que – como argumentam – busca ditar a atuação do Estado e promover regras claras no mercado de trabalho.

No documento, os legisladores libertários afirmam que os comentários do líder provincial são uma mensagem de desqualificação que impede uma discussão técnica aprofundada sobre as leis actuais, acordos colectivos e regimes laborais actuais.

Além disso, enfatizam que a discussão precisa de uma abordagem institucional séria e não de slogans que, na sua opinião, levam ao medo social. Em linha com isto, questionam se as reformas são acompanhadas de processos históricos traumáticos, que – como acreditam – distorcem a análise do conteúdo normativo.

Defesa da iniciativa de Miley

Os blocos LLA aprovaram a proposta do Presidente Xavier Mileyobservando que abriu um amplo leque de debates sobre o mercado de trabalho e revelou a necessidade de revisão de marcos regulatórios que consideram desatualizados. Para os libertários, a simplificação dos procedimentos e a modernização regulatória são condições necessárias para promover o investimento e o emprego formal.

Na parte final deste projecto, os legisladores acusaram o partido no poder da província de aprofundar o confronto político e de manter a atitude constante das campanhas eleitorais. Segundo eles, esta dinâmica dificulta a construção de consensos e adia a implementação de políticas públicas que visam a melhoria da qualidade de vida nesta província.

Esta travessia acrescenta um novo capítulo à disputa entre o governo de Buenos Aires e o governo nacional, num cenário onde Reformas trabalhistas Consolidou-se como um dos principais eixos de discussão política e econômica.



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