O governo militar de Myanmar ordenou que o diplomata sénior de Timor-Leste deixasse o país depois de as autoridades judiciais do país do Sudeste Asiático terem aceitado uma queixa criminal contra as forças armadas de Myanmar, disseram os meios de comunicação estatais na Segunda-feira.
A medida aumentou acentuadamente as tensões entre os dois países e é um passo incomum entre os membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático, à qual Timor-Leste aderiu apenas no ano passado.
Não houve resposta imediata do governo de Timor-Leste quando solicitado a comentar.
Timor Leste, também conhecido como Timor-Leste, é a nação mais jovem da Ásia. Ganhou independência da Indonésia em 2002.
Uma declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Mianmar, publicada no jornal estatal Myanmar Allen, disse que o Presidente de Timor-Leste José Ramos-Horta se envolveu em meados de Janeiro com membros da Organização Chin de Direitos Humanos, que documenta alegados abusos no estado Chin do noroeste de Mianmar.
Disse que o governo de Ramos-Horta aceitou uma queixa criminal apresentada pelo CHRO contra altos membros das forças armadas de Mianmar e nomeou um procurador sênior para o grupo para investigar o assunto, apesar das fortes condenações através dos canais diplomáticos.



