Azam Baki, comissário-chefe da Comissão Anticorrupção da Malásia (MACC), tem estado no centro da controvérsia, citou a Bloomberg News em documentos corporativos da semana passada, alegando que detinha ações acima do limite estabelecido para funcionários públicos. O meio de comunicação publicou posteriormente uma investigação separada alegando que funcionários do MACC ajudaram empresários a usar a agência em disputas corporativas – alegações que a comissão negou.
Entretanto, Azam negou qualquer irregularidade e disse estar pronto a cooperar com a investigação, saudando um “processo transparente, independente e objectivo” para apurar os factos “com base em provas e de acordo com os princípios da justiça e do Estado de direito”.
Ele acrescentou: “Uma cultura de responsabilização não pode ser seletiva ou sazonal”.



