Os holofotes nas Olimpíadas de Inverno no norte da Itália estão muito longe de uma pista de gelo em Aberfoyle, onde Callan teve sua primeira experiência de curling em Forest Hills, tendo ficado fascinado por assistir ao esporte pela televisão.
Essa pista não existe mais, mas as memórias de Callen continuam vivas. Basicamente são muitas consequências.
Ele continuou voltando e um dia sua curiosidade foi despertada quando viu alguém colocando pedras na neve. “Eles explicaram o que estava acontecendo e eu queria saber mais… e agora estou aqui.”
Então, o que realmente está acontecendo? E por que a caminhada na lua fez com que isso acontecesse? Apelidado de ‘Michael Jackson do Curling’?, externo
Callen explica que usa uma mochila alimentada por gravidade com capacidade para 15 litros de água e que sua função é borrifar a neve com gotas de água de diferentes tamanhos. Eles congelam quase instantaneamente e são removidos apenas por uma varredura furiosa dos pincéis dos jogadores.
Os “passos rápidos” – como ele os chama – consistem em mantê-lo equilibrado na superfície escorregadia e garantir que a água se espalhe o máximo possível.
Callan está escondido na Itália desde meados de janeiro, chegando em sua quarta Olimpíada e encontrando “pisos sólidos e empreiteiros em todos os lugares” onde o hóquei no gelo costuma ser realizado.
O peculiar Cortina Curling Stadium costumava ser um campo aberto – sediando os Jogos de 1956 – e, embora um telhado tenha sido adicionado como parte da reforma, muitas características originais permanecem, como as arquibancadas de madeira.
Tudo isso torna o controle do gelo um desafio particular para Cullen e seu pequeno time, mas foi recebido calorosamente por jogadores e fãs.
“Acho que a palavra icônico é usada em demasia e, com uma verdadeira mistura do antigo e do novo, é um lugar extraordinário”, diz ele. “E fica ótimo na TV também.”



