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“Quantas vezes já passei pelo sofá cinza”

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Eduardo Kamawing Ele respondeu a todas as perguntas na sala de imprensa com clareza e entusiasmo. Na primeira pergunta perguntaram-lhe se acreditava que o Madrid precisava de um organizador e observou-se que o ex-jogador do Rennes estava calmo, descontraído e disposto a conversar: “O que você acha? Quero saber o que você pensa. Diga-me o que você pensa e eu responderei.” sim? O repórter disse. “Acho que não”, acrescentou ele com uma risada. “Temos jogadores assim. Mas falarei com o presidente de qualquer maneira, se achar necessário.”

O médio admite que temos de dar mais do que fizemos na última derrota em Lisboa Mas agora vá para Madrid. “É verdade, como você diz, sofremos muitas derrotas. É verdade. Vamos com espírito de vingança. Temos que mudar esse jogo. Temos que fazer as coisas melhor. Não precisamos mudar a rotina, atacar e defender juntos.”

Sua conversa com Xabi e Arbelova no sofá cinza

O jogador do Real Madrid não escondeu o que passou e mais de uma vez passa o tempo no sofá cinzento onde conversa com o treinador, tanto com Xabi como com Arbeloa. Quantas vezes já estive naquele sofá cinza. Com Xabi e Arbeloa. É como quando você vai falar com seu chefe.”

Uma pergunta que já foi feita ao ex-jogador do Rennes em mais de uma ocasião é onde ele se sente mais confortável. E deixa claro que se vê como um organizador em Madrid, embora saiba que tem que dar muito para conseguir essa responsabilidade e fala sobre o que falta para conseguir: “Não se viu o melhor Kamwenga. “Gosto de jogar como 6. Sei que cometo erros e é isso que tenho que melhorar”.

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