O campeão meio-pesado do UFC, Alex Pereira, apoiou publicamente o detentor do título dos pesos pesados, Tom Aspinall, em meio a alegações online de que ele fingiu a lesão no olho que encerrou sua defesa do título do UFC 321 contra Cyrille Gaines. Em conversa com o atleta brasileiro Walter Walker, Pereira descartou a ideia de que Espinal possa ter desenvolvido tal lesão, sublinhando que os lutadores não jogam com a saúde.
Pereira disse que ficou chocado ao ver fotos dos olhos de Spinal após a cirurgia, descrevendo a visão como perturbadora e enfatizando o quão sensível a área dos olhos é para qualquer atleta.
Essa lesão ocular foi justificada? Alex Pereira está ao lado da saída de Tom Espinal no UFC 321.
Depois disso a discussão recomeçou. Espinhal compartilhou atualizações sobre sua cirurgia ocular dupla, gerando um debate renovado sobre se a lesão era justificada. A primeira defesa do título dos pesos pesados do UFC de Espinal foi interrompida no primeiro round do UFC 321 em Abu Dhabi, quando Ginn acidentalmente deu um soco em ambos os olhos, resultando em uma decisão sem luta e permitindo que Espinal mantivesse o cinturão. Relatórios médicos revelaram posteriormente que ele sofria de síndrome de Brown traumática bilateral, uma doença ocular rara que afeta o tendão, e uma possível fratura deslocada na parede orbital medial, que pode prejudicar a visão e os movimentos oculares.
“Olha, eu não mexo com saúde, cara. Me sinto como se um menino fosse um menino, ele não está fingindo nada disso. O menino já voltou da cirurgia. Eu vi a foto que você postou, cara, os olhos dele estavam vermelhos. Isso me assustou um pouco. Os olhos são muito delicados, sabe?”
Testes de acompanhamento mostraram que Aspinall estava lidando com visão dupla persistente, movimento ocular limitado e acuidade visual reduzida, problemas tão graves que sua equipe de especialistas o aconselhou a não retornar aos treinos até que os sintomas se estabilizassem. Avaliações ortopédicas documentaram coordenação binocular prejudicada e déficits de campo visual, indicando trauma ocular bilateral que requer tratamento contínuo liderado por um consultor, em vez de reabilitação de curto prazo. O matchmaker do UFC, Dana White, posteriormente minimizou o procedimento, chamando-o essencialmente de uma injeção, mas esses comentários foram comparados com a documentação médica detalhada e um cronograma público da dor e desconforto do campeão.
Os comentários de Pereira contrastaram com o tom mais crítico de alguns torcedores e até de ex-campeões que argumentaram que Espinal deveria ter tentado continuar a ação assim que o árbitro a interrompeu. Os dedos de Serial Gain cutucaram profundamente a órbita ocular de Spinal, e o britânico sentiu como se alguém tivesse tocado a parte de trás do globo ocular, com uma dor que se intensificou após a luta. Aspinall disse aos repórteres que mal conseguia enxergar com seu olho “bom” e precisava de cuidados hospitalares imediatos em Abu Dhabi, seguidos de exames adicionais no Reino Unido.
Ao intervir para defender Aspinall, Pereira destaca a perspectiva do lutador sobre risco e credibilidade. Ele notou que Spinal saiu Octógono Aparentemente desconfortável, falou honestamente nas entrevistas do pós-guerra e depois se submeteu a procedimentos médicos invasivos e recuperação a longo prazo, incompatíveis com a ideia de uma lesão encenada. Dada a condição documentada, a necessidade de múltiplas cirurgias e os riscos profissionais de conquistar o título do UFC, a narrativa de que Espinal está exagerando em seu problema tem sido amplamente contestada tanto pelos fãs quanto pelos relatórios médicos.




