O ex-príncipe Andrew, que foi detido na manhã de quinta-feira após alegações de “má conduta no exercício das suas funções oficiais”, foi “libertado” à noite enquanto se aguarda o resultado da investigação, a Polícia Regional de Windsor anunciou a sua detenção pela manhã.
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A BBC transmitiu pouco antes das 19h30. Hora local (GMT) Foto do príncipe na traseira do carro, exausto e olhando fixamente, saindo da delegacia onde estava sendo interrogado.
Neste processo, a polícia de Windsor, onde se situa a residência real e onde Andrew viveu até recentemente após ter sido expulso pelo rei, confirmou num comunicado de imprensa que tinha libertado o homem de sessenta anos.
Não mencionou o nome de Andrew, como é habitual no Reino Unido, mas disse anteriormente que o homem tinha sido detido sob suspeita de “não cumprir as suas funções no exercício de uma função oficial”.
A polícia também indicou na noite de quinta-feira que as buscas iniciadas pela manhã em duas residências ligadas a Andrew foram concluídas em uma, mas ainda estavam em andamento na outra.
No início de fevereiro, a polícia de Windsor disse que estava “avaliando” alegações de que Andrew havia passado possíveis informações confidenciais ao financista americano e agressor sexual infantil Jeffrey Epstein, incluindo relatos de viagens à Ásia feitas por Andrew quando Andrew era o enviado especial do Reino Unido para o comércio, de 2001 a 2011.
A prisão de Andrew não tem precedentes na história moderna da monarquia britânica. O rei Carlos III reagiu ao meio-dia expressando a sua “profunda preocupação”, mas também o seu desejo de “deixar a justiça seguir o seu curso”.



