Na reunião de quinta-feira em Washington, na qual participaram altos funcionários de mais de 20 países, as promessas de reconstrução e de um “futuro mais brilhante” para Gaza foram acompanhadas por advertências contundentes dos EUA de que a alternativa ao desarmamento seria um regresso à guerra.
Fora da reunião, as autoridades israelitas reforçaram essa mensagem, estabelecendo um calendário de 60 dias para o desarmamento do Hamas e reiterando que nenhuma reconstrução começaria antes da desmilitarização – condições que os observadores dizem que poderiam colocar Gaza novamente no caminho do conflito aberto.
Mas “se não o fizerem, será, você sabe, recebido com severidade”, acrescentou, acrescentando que o grupo merece “crédito” por encontrar e devolver todos os corpos de prisioneiros israelitas em Gaza.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, alertou que não há alternativa ao plano de Trump para Gaza.



