Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, se prepara para uma possível visita à China em Abril, analistas dizem que uma questão poderá “ofuscar” as suas crescentes negociações com Pequim: a necessidade da América de manter o acesso ao fornecimento de gálio e outros recursos estratégicos.
Tal como acontece com outras matérias-primas essenciais, como as terras raras pesadas, a China ainda detém uma posição dominante no mercado global de gálio – um metal amplamente utilizado numa série de indústrias de alta tecnologia, desde semicondutores a células solares e automóveis eléctricos.
De acordo com um relatório da mineradora Cerro de Pasco Resources, a China é responsável por cerca de 99% da produção primária global de gálio. Os EUA obtêm 100% do seu gálio do exterior, com cerca de 95% das importações provenientes da China, de acordo com a Minerals Make Life, dirigida pela Associação Nacional de Mineração dos EUA.
Mas o sistema de controlo das exportações do país permanece em vigor e a suspensão deverá expirar em 27 de Novembro – o que significa que a proibição entraria teoricamente em vigor após essa data.



