A agência publicou um relatório documentando tortura, abuso sexual, abortos forçados, escassez de alimentos, confinamento em solitária e outros abusos.
O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, disse que a “epidemia de abusos é chocante e também comovente”, apelando aos governos para que reprimam a corrupção que está “profundamente enraizada em tais operações lucrativas de skimming, e que processem os grupos criminosos por trás delas”.
A agência do ACNUR já afirmou num relatório de 2023 que centenas de milhares de pessoas foram forçadas a trabalhar nos centros, outra investigação considerada responsável por milhares de milhões de dólares em fraudes online.
Com base nos relatos das vítimas, da polícia e de grupos da sociedade civil, o relatório afirma que os trabalhadores forçados são mantidos em enormes complexos que se assemelham a cidades construídas pelos próprios, consistindo em edifícios fortemente fortificados de vários andares, com paredes de arame farpado e guardas armados.



