O Irão designa as suas “forças navais e aéreas” como membros da União Europeia como organizações terroristas. A resposta de Teerão é “simplesmente injusta e injusta” à recente decisão do Conselho Europeu, que incluiu os Guardas Revolucionários na lista de organizações terroristas, de acordo com o acordo do Conselho dos Negócios Estrangeiros de 29 de Janeiro.
“A decisão dos governos da UE é contrária aos princípios fundamentais da Carta das Nações”, lê-se no comunicado citado pela IRNA, que cita uma lei iraniana de 2019, depois de os Estados Unidos terem designado a Guarda Revolucionária como organização terrorista, que estipula que “todos os países que de alguma forma respeitem ou apoiem a decisão dos Estados Unidos estarão sujeitos a medidas recíprocas”.
Em 1 de Fevereiro, o parlamento iraniano designou as “forças europeias” como organizações terroristas.
Conversa telefônica entre o Ministério das Relações Exteriores do Irã e o chefe da AIEA
O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, e o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, tiveram uma conferência telefônica esta manhã para discutir os recentes acontecimentos em Teerã-Washington. De ambos os lados, trocaram opiniões sobre a actual trajectória do processo diplomático e os desenvolvimentos regionais relevantes para a tarefa. Segundo Mehr, enfatizaram a importância da interação construtiva e do uso do diálogo como mecanismo para avançar nas negociações e manter a harmonia.
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