Este ano, Seul quer desacelerá-los, apostando que exercícios menores poderão abrir uma porta diplomática que está fechada desde 2019.
De acordo com a agência de notícias Yonhap, citando fontes militares, uma coletiva de imprensa conjunta sobre o exercício Escudo Azadi, agendada para quarta-feira, foi adiada em meio a divergências sobre o escopo dos exercícios.
Seul terá proposto abolir o destacamento de tropas e equipamentos em grande escala, que Pyongyang considera particularmente provocativo e crescente treino conjunto no terreno, em vez de o concentrar num único período de destaque ao longo do ano.
Mas diz-se que as autoridades norte-americanas estão duramente pressionadas a aceitar os cortes propostos porque já foram mobilizados tropas e equipamento adicionais dos EUA, a um custo considerável, com base em planos que foram arquivados há um ano.
Um porta-voz do Ministério da Defesa da Coreia do Sul insistiu que os exercícios continuariam conforme planejado e disse que a coordenação dos exercícios estava em andamento.



