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Moradores estão confinados em Puerto Vallarta: “Ouvimos muitos tiros ontem à noite”, testemunha Gil Barrel

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Gil Barril, ex-ministro do PJD especializado na América Latina, descreve uma noite particularmente tensa em Puerto Vallarta, após o assassinato, no domingo, do mais influente líder do cartel mexicano, Nemesio Oseguera, também conhecido como El Mencho.

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“Ouvimos muitos tiros ontem à noite”, disse ele na segunda-feira durante uma entrevista à QUB Radio-TV, transmitida pela 99,5 FM de Montreal, descrevendo o repentino e violento contra-ataque liderado pelo cartel Jalisco Nueva Generation.

Segundo Burrell, as autoridades subestimaram a resposta desta organização criminosa, cujos meios de operação poderiam exceder a capacidade tecnológica do governo.




Agência França-Presse

Ele acrescentou que as forças policiais estavam “sem fôlego” devido à “escala da resposta do cartel”. “Houve um grande incêndio em todo o país”, explica Mário Dumont ao microfone.

As escolas permanecem fechadas, o aeroporto de Puerto Vallarta permanece paralisado e os residentes devem permanecer confinados em suas casas.

“Ainda estamos confinados em nossas casas e não há como sair do abrigo”, insiste. São muitas dúvidas e questionamentos. Hoje provavelmente traçará o limite para o futuro. »

• Assista também a este vídeo do programa Benoît Dotrezactransmitido em plataformas velho E ao mesmo tempo na 99,5 FM Montreal:

Gilles Baril testemunha que os veranistas em Quebec que ficam em Puerto Vallarta estão “muito preocupados”, especialmente diante deste cartel “poderoso e rico”.

“O assunto é perigoso. São balas perdidas. Quando se ouve o barulho das metralhadoras (…) é perigoso. Temos de nos isolar em casa, ter paciência e ver as notícias”, confirma o antigo ministro do Partido da Justiça e Desenvolvimento.

Ouça a entrevista completa no vídeo acima.

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