O promotor de boxe britânico Frank Warren e sua empresa Queensberry Promotions estão se preparando ou já começaram Ação legal Joe poderia buscar até US$ 1 bilhão da organização-mãe de Dana White, a TKO Group Holdings, e do grupo de eventos Sila, apoiado pela Arábia Saudita, cujo presidente é Turki al-Sheikh. A polêmica gira em torno da criação da Zuffa Boxing, uma nova promoção de boxe de propriedade conjunta de White e Al-Sheikh, que supostamente foi construída com base em contratos que Queensberry diz terem sido violados ou violados.
Reivindicações Legais Básicas
A posição do Queensberry, conforme relatado por vários meios de comunicação citando documentos legais e correspondência, é que ela celebrou um acordo operacional exclusivo com Sela em setembro de 2023, sob o qual Warren forneceu experiência em boxe enquanto a empresa de propriedade saudita tentava entrar no esporte. Ao mesmo tempo, Queensberry também afirmou que tinha um contrato separado com a TKO, controladora dos esportes de luta do UFC e da WWE, que permitia à TKO QueensberryOs dados e arranjo de Sila.
Queensberry alega que Sela e TKO usaram essas informações para criar a Zuffa Boxing, uma estrutura de joint venture destinada a supervisionar e centralizar grandes projetos de boxe financiados pela Arábia Saudita, sem envolver adequadamente o grupo de Warren ou honrar acordos contratuais anteriores. Alegando que a medida efetivamente isolou Queensberry de um ecossistema plurianual que poderia incluir centenas de milhões de dólares em direitos de mídia e receitas de eventos, a equipe de Warren diz que a receita potencial perdida poderia chegar a US$ 1 bilhão ao longo de vários anos.
Estrelando Dana White e Turki Al-Sheikh
A Zuffa Boxing é liderada diariamente por Dana White, presidente residente do UFC, enquanto Turki Al-Sheikh, presidente da Autoridade Geral de Entretenimento da Arábia Saudita, atua como principal parceiro e cofundador saudita do empreendimento. O presidente da WWE e membro do conselho do TKO, Nick Khan, também foi nomeado uma figura pública na nova estrutura.
Alalshikh já trabalhou com Warren em uma série de eventos de boxe de alto nível no Reino Unido, incluindo episódios do calendário da temporada de Riad, e foi fundamental para reunir Warren e o promotor rival Eddie Hearn para uma colaboração entre empresas. No entanto, o surgimento do Zuffa Boxing mudou rapidamente a dinâmica, com o campo de Warren argumentando que os afiliados sauditas do Al-Sheikh estão agora se alinhando com White e TKO de uma forma que substituiu o antigo papel de Queensberry.
Contexto da estrutura do Zuffa Boxing
A Zuffa Boxing é descrita como uma joint venture saudita-americana que usa a marca Zuffa, historicamente associada ao primeiro grupo de propriedade do UFC. Acredita-se que seja propriedade conjunta da TKO Group Holdings e da Sila, esta última uma empresa financiada pelo Estado ligada ao aparelho de entretenimento apoiado pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita.
Os relatórios sugerem que a Zuffa Boxing já garantiu, ou está em processo de garantir, acordos de mídia plurianuais no valor estimado de US$ 500 milhões nos EUA e em outros mercados, com plataformas como a Paramount+ engajadas e discussões com emissoras do Reino Unido, como a Sky Sports, em andamento. Esta avaliação básica reforça o argumento de Queensberry de que o êxodo do ecossistema da Zuffa poderia traduzir-se em centenas de milhões a milhares de milhões de dólares em receitas perdidas provenientes de eventos, direitos de dados e cortes de transmissão.
Mecânica Jurídica e Situação Atual
Queensberry descreve TKO e Sela como “cartas de pré-ação”, que são comunicações legais formais geralmente emitidas antes de uma reclamação formal no Tribunal Superior do Reino Unido ou jurisdição equivalente. As cartas descrevem supostas violações de contrato e descrevem pedidos de compensação, com relatos de que Queensberry está buscando até US$ 1 bilhão (£ 740 milhões) em receitas alegadamente perdidas.
Se as partes não chegarem a um acordo, Queensberry indicou que planeja abrir uma ação judicial, potencialmente envolvendo o acordo Sela de 2023, o acordo de compartilhamento de dados TKO e como o Zuffa Boxing foi estruturado e dimensionado. O caso também investigará se Sela e TKO usaram informações confidenciais ou conhecimento operacional de Queensberry para obter uma vantagem competitiva injusta na construção do portfólio da Zuffa.

Posições de outros partidos
Cilla respondeu publicamente dizendo que está “decepcionada” com as alegações de Queensberry e chamando-as de “infundadas”, dizendo que pretende se defender totalmente. A empresa enquadrou a situação como uma disputa comercial e afirmou a sua confiança de que os factos apoiarão a sua posição.
O TKO e o campo de Dana White não emitiram uma negação legal detalhada e unânime, mas mensagens internas supostamente se concentraram na ideia de que a Zuffa Boxing é um novo empreendimento formado sob autoridade corporativa válida, não derivado dos contratos de Queensberry. White há muito critica o modelo fragmentado de promoção do boxe e argumentou que uma estrutura mais centralizada e orientada para a mídia serviria melhor aos lutadores e emissoras, uma posição que sustentou a narrativa da Zuffa Boxing mesmo durante o desenrolar do processo.
Possíveis implicações para o boxe
Se a disputa for a julgamento, poderá forçar as negociações internas da Arábia Saudita e do TKO-Sela a serem transmitidas publicamente, incluindo eventos de 2023, direitos de comunicação social e como os contratos dos combatentes são atribuídos. Esse nível de transparência pode complicar o calendário do boxe apoiado pela Arábia Saudita, já que os promotores e as redes há muito relutam em assinar contratos. Não resolvido
Para os promotores tradicionais do Reino Unido, como Warren e Eddie Hearn, o caso representa um teste para saber se as relações promocionais estabelecidas com entidades sauditas ainda têm peso viável contra estruturas mais novas e mais centralizadas, como a Zuffa. Se Queensberry conseguir provar uma violação ou apropriação indevida da imunidade à informação confidencial, poderá estabelecer um precedente sobre a forma como os projectos apoiados pela Arábia Saudita devem negociar com os promotores ocidentais, enquanto uma possível derrota aceleraria a transferência de controlo para o eixo Zuffa-Sela-TKO.




