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A Justiça convocou o diretor da DGI

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partícula para objeto direto justiça citado Diretor da DGIMariano Menguccia, para aprofundar a investigação de empresas supostamente ligadas às autoridades deste país AFA. O juiz Marcelo Aguinski promoveu novas medidas em um caso que analisa o possível uso de fachadas e a origem de recursos ligados a Pablo Tovigino.

A intimação foi feita após extenso comentário do promotor Claudio Navas Rial. Com base nesse documento, o juiz ordenou novas medidas probatórias. Em particular, concentrou-se em empresas com as quais tinham ligações diretas ou indiretas Pablo Toviginotesoureiro de AFA.

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Empresas sob supervisão judicial

A investigação se concentra em uma fazenda localizada em Villa Rosa, região de Pilar, cujas operações já foram investigadas pelo órgão. Diretor da DGI No âmbito da análise financeira, este imóvel dispõe de instalações desportivas, pista de hipismo, helicóptero e armazém com mais de 50 viaturas de alto modelo.

Atualmente, a propriedade está listada como Real Central SRL. Anteriormente registrada como Malte SRL e Central Park Drinks. De acordo com este caso, os proprietários oficiais destas empresas não auferem rendimentos proporcionais ao valor dos activos. A Real Central SRL é propriedade de Luciano Pantano e sua mãe Anna Conte. Pantano aparece como monopolista e ocupou cargos menores em órgãos ligados ao futebol.

Ataques e novas linhas de pesquisa

Na semana passada, Aguinski emitiu uma ordem de sigilo e ordenou uma rusga a uma empresa de contabilidade em Lomas de Zamora. No entanto, os investigadores estimam que os principais documentos podem ser encontrados em meios digitais e em bases de dados da DGI.

Além disso, o Judiciário investiga o cartório que constituiu as empresas e lhe solicitou informações importantes. Diretor da DGI Para reconstruir os movimentos económicos, o objectivo é determinar quem assinou as transferências e como os fundos foram incluídos no capital social. Uma das operações investigadas é a compra de uma moradia por 1,8 milhões de dólares. A empresa vendedora, Malte SRL, compartilha seu endereço com uma empresa ligada à Toviggino em Santiago del Estero.

Os estudiosos acreditam que os proprietários oficiais poderiam ter atuado como testas de ferro. Por esse motivo, Pantano e Conte foram intimados a depor no dia 29 de dezembro. Paralelamente, o tribunal avalia a continuação do processo durante a exposição judicial. Desta forma, procura preservar as provas e promover a origem dos fundos relevantes.

A causa está atualmente sob investigação. Não há acusações oficiais, embora a Justiça esteja a tentar reconstruir o quadro corporativo e financeiro por detrás dos bens recuperados.

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