Numa publicação nas redes sociais na quarta-feira, a embaixada alertou que os cidadãos chineses estavam entre os detidos, multados ou deportados pelas autoridades angolanas.
“Temos alertado repetidamente as empresas e os cidadãos chineses para seguirem as leis angolanas, encontrarem empregos e fazerem negócios legalmente”, disse ele, alertando as pessoas contra a exploração da política de isenção de vistos para turistas ou a obtenção de vistos de uma empresa e depois trabalhar para outra.
Acrescentou que aqueles que forem apanhados a trabalhar ilegalmente poderão enfrentar sanções adicionais na China, incluindo restrições à saída do país no futuro, enquanto os empregadores poderão enfrentar sanções ainda mais severas.
A embaixada disse que os cidadãos e investidores estrangeiros não têm vistos de trabalho garantidos e instou os cidadãos chineses a cooperarem com as autoridades locais. Ele disse que se as pessoas não tiverem os documentos adequados, deveriam deixar o país.
“A embaixada fará todos os esforços ao seu alcance para proteger direitos e interesses legítimos e atender às necessidades legítimas”, afirmou.
Alertou ainda para não se pensar que Angola está “cheia de ouro”, na sequência de uma série de publicações nas redes sociais chinesas sobre investimentos e oportunidades de trabalho no país. Alguns deles alegaram que os estrangeiros não precisavam de visto e poderiam obter altos retornos com pequenos investimentos.



