O primeiro-ministro Anwar Ibrahim tem enfrentado pressão crescente de críticos e aliados desde que notícias no início deste mês alegaram que o chefe da Comissão Anticorrupção da Malásia (MACC), Azam Baqi, comprou ações corporativas acima do limite estabelecido para funcionários públicos.
Num relatório separado, a Bloomberg alegou que altos funcionários do MACC conheciam ou estavam ligados a empresários descritos como uma “máfia corporativa” que supostamente conspiravam com agentes anticorrupção para pressionar rivais em negócios ou na venda de ações corporativas.
A porta-voz do governo, Fahmi Fazal, disse que o gabinete consideraria novas medidas quando se reunir novamente na próxima semana, depois de estudar as conclusões de uma força-tarefa especial liderada pelo procurador-geral para investigar alegações sobre as participações de Azam.
“O gabinete foi informado de que a equipe de investigação… quase concluiu sua investigação e apresentará seu relatório (ao gabinete) na próxima semana”, disse Fahmi em entrevista coletiva na sexta-feira.


