As autoridades de Hong Kong defenderam um controverso corte de subsídios ao sector do jardim de infância para o próximo ano fiscal, dizendo que a baixa taxa de natalidade e a consequente diminuição da população estudantil reavaliaram as prioridades da política educacional.
A secretária de Educação, Christine Choi Yuk Lin, disse na sexta-feira que o governo fornecerá mais recursos para promover “educação de alta qualidade” e adotará uma abordagem mais direcionada para ajudar estudantes carentes.
O governo também eliminará duas subvenções que financiam atividades de jardim de infância e a contratação de professores substitutos. As políticas custaram às autoridades 15,9 milhões de dólares de Hong Kong e 24,9 milhões de dólares de Hong Kong, respectivamente, no último ano lectivo.
Numa conferência de imprensa para explicar as medidas, Choi disse: “A estrutura populacional de Hong Kong está a sofrer mudanças, com uma taxa de natalidade em declínio e uma população em idade escolar em declínio”.
O governo estima que apenas 105.800 crianças irão matricular-se em jardins de infância no próximo ano lectivo, das quais 79.000 irão para instituições subsidiadas, ambos valores mínimos históricos.



