No ano passado, os compromissos básicos mais significativos da Fidelity International no mercado de oferta pública inicial (IPO) de Hong Kong foram em 2021, quando a plataforma chinesa de vídeos curtos Kuaishou Technology levantou US$ 5,4 bilhões e a empresa de saúde Medlive Technology concluiu uma listagem de US$ 543,4 milhões.
Depois, o gestor de activos permaneceu em silêncio durante os quatro anos seguintes.
No final do ano passado, regressou em força aos activos chineses. Ela apoiou a listagem de US$ 3,2 bilhões da mineradora de ouro Zijin Gold International em setembro de 2025, seguida pela plataforma criptográfica HashKey Group, pela varejista de salgadinhos Busy Ming e pela gigante de carne suína Muyuan Foods.
O retorno da Fidelity não é um caso isolado.
Investidores globais de peso, como BlackRock, Temasek e Qatar Investment Authority, estão a reaparecer nos livros subjacentes, sinalizando uma mudança no sentimento – e levantando questões sobre o que mudou a favor de Hong Kong.
“Temos visto um forte regresso dos investidores internacionais de longo prazo ao mercado IPO de Hong Kong – particularmente fundos soberanos europeus e do Médio Oriente – e esperamos que este impulso continue em 2026”, disse John Lee, vice-presidente e chefe da Grande China para a banca global no UBS.
O regresso não se limita à Europa e ao Médio Oriente, com fundos baseados nos EUA e em Singapura também a reemergirem como fundamentalistas nas principais listas, particularmente nos sectores de consumo, industrial e de alta tecnologia.


