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Após a queda do líder do Irão, Pablo Quirno lembrou-se de Amia e falou em “terrorismo internacional”.

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A violência voltou a intensificar-se no Médio Oriente depois deste sábado Irã Bombardeio contra Israel e em resposta, Israel e a América atacarão o Irão. Segundo fontes israelenses, o líder do Irã, Ali Jameimorreram após esses ataques, evento que teve repercussão global. Neste contexto, o ministro das Relações Exteriores da Argentina Pablo Quirno Ao publicar uma mensagem nas redes sociais, vinculou esta notícia ao caso judicial do ataque ao Irão Associação Mútua Israelense da Argentina (AMIA), cometido em 18 de julho de 1994.

Mensagem oficial e motivo de Amia

Com a confirmação do martírio de Ali Khamenei, líder da República Islâmica do Irão, recorde-se que a justiça argentina considerou o ataque a Amia em 27 de julho de 1373, com 85 mortos e centenas de feridos, um ato terrorista internacional que foi planeado pelos mais altos níveis do então regime iraniano e executado pelo Hezbollah.Este funcionário disse.

A este respeito, ele acrescentou:Esta decisão estratégica foi tomada pela liderança política do Irão, que entrou em vigor em 1993-1994, e um dos seus mais altos funcionários foi Khamenei, que foi acusado neste caso.“. Declaração orientada para o avivamento verdade e justiça Sobre o ataque terrorista mais grave registrado na Argentina.

“Política governamental” e a luta contra a impunidade

Quirno enfatizou queA procura da verdade e da justiça para as 85 vítimas é uma política governamental e continuará a ser uma prioridade permanenteEle também expressou esperança de que “esta notícia traga paz às famílias e ajude a identificar as responsabilidades e a combater o terrorismo e a isenção de punições”.

O tweet do chefe da diplomacia argentina foi revelado em um espaço Tensão internacional Está a crescer com intercâmbios militares directos entre o Irão, Israel e os Estados Unidos, e com influências políticas em vários países que acompanham de perto o curso do conflito.



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