Os viajantes italianos apanhados na guerra em curso ficaram presos durante a noite no Dubai, no navio de cruzeiro MSC Euribia. “Eles nos tratam bem, mas com o passar das horas a tensão aumenta. Ouvimos batidas de vez em quando e não temos uma mensagem sobre como e quando devemos repatriar. Sentimo-nos um pouco excluídos”, disse John Melis, 53 anos, de Carali. Saída hoje de Doha para Fiumicino. A tripulação do navio aguarda a informação das autoridades locais de que ele pode deixar o porto
Ansa
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