Em termos de produção, a região dependente das exportações era “mais sensível” às flutuações nos preços do petróleo do que a Europa ou os EUA, afirmou o banco de investimento com sede em Nova Iorque numa nota de investigação no domingo.
O défice comercial de petróleo e gás da Ásia situou-se em 2,1% do produto interno bruto. Os autores da nota afirmaram que cada aumento sucessivo de 10 dólares por barril nos preços do petróleo reduziria “directamente” o crescimento do PIB da Ásia em 20 a 30 pontos base, ou 0,2 a 0,3 pontos percentuais.
“A Ásia é altamente dependente das importações de petróleo e gás”, afirmaram os autores da nota de investigação, liderados por Chetan Ahya, economista-chefe para a Ásia do Morgan Stanley.
“As atuais tensões geopolíticas, se sustentadas, irão acrescentar riscos descendentes às perspetivas macro da Ásia – uma vez que os aumentos dos preços do petróleo do lado da oferta pesarão sobre os riscos de crescimento e de estabilidade macro”, acrescentou.



