A Rússia revelou os seus planos para construir uma central nuclear na Lua nos próximos dez anos para apoiar o seu programa lunar e uma estação de investigação russo-chinesa para futuras missões no espaço profundo.
A proposta, confirmada pela agência espacial estatal russa Roscosmos, proporcionaria uma fonte sustentável de energia para infra-estruturas de superfície, incluindo rovers e equipamento científico, bem como uma base de investigação lunar conjunta planeada com a China.
O anúncio ocorreu numa altura em que os Estados Unidos, a Índia, o Japão, bem como vários países europeus intensificaram os seus esforços para estabelecer uma presença permanente no único satélite natural da Terra. O interesse renovado foi motivado pela descoberta de água gelada na Lua em 2009.
A geração de energia continua a ser um grande desafio para as operações lunares em curso devido às longas noites de duas semanas que restringem a energia solar. No entanto, uma central nuclear pode fornecer energia contínua, independentemente das condições de iluminação, temperaturas extremas ou acumulação de poeira.
Para o Projeto 2036, a Roscosmos revelou que assinou um contrato com a Associação Lavochkin, uma empresa aeroespacial russa com décadas de experiência no desenvolvimento de naves espaciais interplanetárias.
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