O grupo, liderado pela família do magnata de Hong Kong Li Ka-shing, disse na sexta-feira que apresentou um adendo ao seu pedido anterior contra o Estado panamenho para arbitragem internacional.
O adendo alega que o Panamá ignorou os pedidos de comunicação da empresa, mantendo o grupo no escuro sobre a apreensão de portos, propriedades e pessoal pela sua subsidiária Panama Ports Company (PPC).
CK Hutchison disse ainda que o estado do Panamá fez “várias observações falsas” em relação ao PPC, o que piorou a situação.
“O PPC contesta a apreensão ilegal dos seus documentos e materiais proprietários e legalmente protegidos pelo Estado panamenho”, afirmou o grupo.
A acção judicial de CK Hutchison foi desencadeada por uma decisão do Supremo Tribunal do Panamá, em Janeiro, que considerou inconstitucional uma lei que autorizava concessões concedidas pelo PPC. A concessão foi renovada em 2021 por 25 anos até 2047.



