Esse sonho continuou até o segundo trimestre. A realidade de Franco Colapinto É mais parecido com o que foi vivido em 2025 do que com o que foi mostrado na pré-temporada, onde parecia alpino Ele fez um bom ponto de partida. Após os treinos, ficou a sensação de que nada poderia mudar e é quase lógico ver a seleção francesa com certas complicações nesta primeira classificação. Fórmula 1 e o GP da Austrália.
Franco Colapinto entrou no Q2 com sorte. O facto é que os dois Alpes estão longe de conseguirem colocar-se no grupo intermédio da grelha. O potencial do A526 suscitou até agora muitas dúvidas. O motor Mercedes-Benz teve um desempenho adequado de acordo com os dados fornecidos pelos componentes. A unidade de potência apresentou bom desempenho, o que não veio acompanhado de um chassi que apresentava algumas deficiências.
Franco Colapinto não tinha mais nada para fazer
O final do Q2 mostrou que Franco não teve muitas chances de melhorar, terminando em 16º atrás de Alex Albon com a Williams, também com dificuldades, e Pierre Gasly, que terminou em 14º com uma imagem ruim. Uma das surpresas do evento foi Gabriel Bortoletto com a Audi que conseguiu passar para o Q1, mas na volta aos boxes sofreu um problema técnico e teve que perder a chance de finalizar a classificação, fixando-se na 10ª colocação.
A grande surpresa foi Max Verstappen
O Q1 foi uma verdadeira caixinha de surpresas. Desde o início, confirmando as ausências de Carlos Sainz na Williams e Lance Stroll na Aston Martin, a forte chance de Max Verstappen na transição para o primeiro lugar foi uma realidade que surpreendeu a todos. Ver o holandês retornar a pé no Q1 é algo que poucos imaginariam ser possível, mesmo depois de testes em que ele parecia ser o favorito.
A parte final da qualificação teve alguns momentos de ansiedade quando o carro de Antonelli saiu dos boxes e a equipe de pit se esqueceu de remover um elemento de refrigeração do carro do italiano que havia sido deixado na pista, forçando uma bandeira vermelha a interromper a sessão por vários minutos. Este elemento foi atacado por Lando Norris e causou danos mínimos ao campeão mundial McLaren.
Mercedes-Benz confirmou seu poder
No final das contas, tudo correu como esperado após as polêmicas ocorridas na pré-temporada. A Mercedes-Benz foi apresentada como referência desde o início, apesar dos diferentes treinos realizados na Austrália. A equipe comandada por Toto Wolff se recuperou logo após a queda de Antonelli no último treino e fez 1 a 2 em Melbourne, com George Russell como melhor em 1m18s518, Kimi Antonelli em segundo com 1m18s811 e Isaac Hajar, da Red Bull, em terceiro com 1m18s811. A Mercedes começa a confirmar sua posição como favorita.


