Holloway, 34, e Oliveira, 36, entram na luta como dois dos lutadores mais populares do elenco do UFC e dois futuros membros do Hall da Fama.
O ex-campeão peso pena Holloway detém o recorde de golpes mais significativos da história do UFC, com 3.681, e se tornou o primeiro lutador a defender o cinturão do BMF ao derrotar Dustin Poirier no ano passado.
Oliveira entrou na luta com o maior número de vitórias de um lutador na história do UFC, aos 21, e o maior número de vitórias por finalização, aos 17.
A dupla já havia lutado em 2015, com Holloway vencendo por paralisação, mas Oliveira disse na preparação para a revanche que na época ele era mais um “lutador de jiu-jitsu” do que um “lutador de MMA”.
Desde o primeiro round, Oliveira mostrou sua evolução como lutador ao colocar Holloway em desvantagem, antes de conseguir se recuperar rapidamente.
Oliveira buscou finalizações no chão por mais de quatro minutos e embora Holloway tenha defendido com firmeza, seria um padrão que se repetiria ao longo da luta.
Holloway caiu um pouco em pé e, quando o fez, Oliveira mostrou pouco respeito pela força do havaiano ao avançar antes de garantir diversas quedas.
À medida que a luta avançava entre os rounds, a linguagem corporal de Holloway se tornava cada vez mais deprimente enquanto seu corner procurava maneiras de tentar manter a luta em pé.
Oliveira ampliou seu domínio durante a luta ao abraçar o gesto de apontar para baixo, marca registrada de Holloway, durante os segundos finais, enquanto a dupla se levantava e brigava.
Os dois lutadores entraram em campo, mas foi Oliveira quem comemorou quando soou o gongo final, com o Brasil confiante na vitória após registrar mais de 20 minutos de controle no solo.
Após a luta, Oliveira perguntou se havia espaço para ele lutar na próxima luta no card do UFC na Casa Branca.
A campeã peso leve Elia Toporia enfrenta o titular interino Justin Gaethje no evento do dia 14 de junho, então, embora improvável, Oliveira estará na fila para defender seu cinturão da BMF caso seja incluída no card.



