Hong Kong não é apenas a caixa de areia económica da China, mas também a força motriz por trás do desenvolvimento do país, disse o chefe das finanças, chamando a cidade de centro financeiro internacional do país.
O secretário das Finanças, Paul Chan-mo-po, disse na segunda-feira que Hong Kong deve agir rapidamente para adotar e “capacitar” o uso da inteligência artificial (IA), já que as oportunidades que ela traz superam as potenciais perdas de empregos.
Falando na conferência “Redefinindo Hong Kong 2026: Edição Orçamentária” organizada pelo South China Morning Post, Chan também rejeitou sugestões de qualquer uso “descuidado” do fundo cambial.
Questionado sobre o papel de Hong Kong na estratégia de desenvolvimento mais ampla da China, Chan disse que a cidade é “mais do que apenas” a caixa de proteção financeira do país.
Disse que também somos o motor do desenvolvimento do país. “Um país forte deve ter um centro financeiro internacional muito forte e aqui enfatizo o nível internacional.”
Foi atribuído a Hong Kong um papel fundamental no âmbito do 15º Plano Quinquenal da China, que está actualmente a ser considerado em Pequim.
O plano nacional incumbiu Hong Kong de aprofundar a integração com a China continental e reforçar o seu papel como centro financeiro internacional, reforçar o renminbi offshore e os serviços da cadeia de abastecimento e acelerar o megaprojecto Metrópole do Norte, entre outras medidas.



