A Câmara de Comércio Americana no Sul da China (AmCham South China) — uma mistura de empresas estrangeiras e nacionais — espera que os laços bilaterais se estabilizem em geral durante o próximo ano, mas a fricção geopolítica também está a tomar forma à medida que a China se afasta do fornecimento de produtos ocidentais para o fornecimento de peças industriais aos mercados emergentes.
Uma pesquisa com mais de 400 empresas realizada no final de 2025 descobriu que 39 por cento dos entrevistados expressaram uma visão positiva do futuro das relações EUA-China, um aumento de 14 por cento em relação a 2024, disse a câmara em pesquisa divulgada terça-feira.
“Devido ao diálogo contínuo entre a China e os EUA, o futuro do comércio entre os EUA e a China até 2026 será caracterizado por uma ‘guerra estratégica’ – abrandando, mas não impedindo, o desembaraço económico – com o comércio bilateral cada vez mais centrado em sectores não sensíveis”, disse Harley Seidin, presidente e presidente da M-Chem South China, na conferência do mesmo dia.
Dos 426 entrevistados no inquérito MCham South China, 32 por cento eram dos Estados Unidos, 28 por cento da China continental, 12 por cento da Europa, 18 por cento de Hong Kong ou Macau, e o resto de várias outras regiões.



