Uma das marcas apresentou queixa contra um lojista, acusando-o de oferecer e vender produtos falsificados de seus produtos originais. Após a recepção do relatório, as autoridades competentes iniciaram os procedimentos de apreensão de uma série de mercadorias expostas na loja e, após exame, constataram que apresentavam marcas falsificadas.
À luz disto, o caso foi remetido para o Tribunal de Contravenções de Sharjah, que acusou o arguido de posse e exibição de produtos com marca registada falsificada com a intenção de venda.
Durante a audiência, o acusado negou a acusação contra ele. Explicando que ele não arriscaria a reputação do seu negócio vendendo produtos falsificados.
Depois de ouvir as suas declarações e analisar os documentos do caso, o Tribunal de Contravenções de Sharjah decidiu adiar a análise do caso para pronunciar a decisão.



