“Ao contrário dos braços robóticos rígidos normalmente usados em estações espaciais, ele foi projetado como a tromba de um elefante ou o tentáculo de um polvo. Ele pode flexionar-se facilmente ao longo de seu comprimento, tornando-o mais flexível e mais capaz de se aproximar de um alvo.”
O satélite, desenvolvido em conjunto pela Universidade de Ciência e Tecnologia de Hunan e pela Suzhou Sinyuan Aerospace Technology, realizará uma série de testes simulados de reabastecimento, validando todo o processo, desde a aproximação e identificação até a atracação e transferência simulada.
Segundo o relatório, o Hukeda-2 também testará uma possível solução para órbitas terrestres cada vez mais lotadas, com um instrumento a bordo que pode se expandir para uma esfera extremamente leve com cerca de 2,5 metros (8 pés) de diâmetro.
Ao aumentar dramaticamente o arrasto atmosférico, os investigadores esperam que os satélites que levariam décadas a cair e a queimar sejam capazes de reentrar na atmosfera da Terra dentro de um ano, afirmou.
Com o número crescente de megaconstelações como a Starlink da SpaceX, essas tecnologias estão preparadas para desempenhar um papel fundamental no prolongamento da vida útil dos satélites, na gestão do espaço orbital de forma mais eficiente e na redução do custo de operação no espaço.
A tecnologia de reabastecimento em órbita “poderia transformar a economia espacial”, segundo Cheng Li, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Sinowan Aerospace.



