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desde o pênalti escandaloso que Huracán perdeu contra o Barracas até a dança Pincha ao ritmo “Não sou secanucas”

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Novamente com o mesmo sanata do ano passado. “Tudo o que diz respeito à arbitragem já está fora de moda”, queixa-se Gallego Rubén Darío Insua. Sim, novamente com o mesmo refrão. Ou o mesmo Papai Noel. Barracas joga e há polêmica. Uma situação que se repete. E desta vez o perdedor foi o Huracán. Ou poderíamos dizer que a vítima foi mais uma vez o Huracán. Como no ano passado. E como 2022…

Ontem à noite, Huracán e Barracas fizeram uma partida que parecia um empate em 0 a 0, mas aos 37 minutos do segundo tempo houve uma jogada que poderia ter mudado o resultado da partida :uuma bola de mão clara de Damián Martínez dentro da área que o árbitro Facundo Tello ignorou e acendeu a raiva em todo o mundo. ONDE? Chamava a atenção pela sua ausência. AVAR Adrián Franklin decidiu que não valia a pena revisar a peça e no estádio Tomás Adolfo Ducó explodiu o grito “Botão Chiqui Tapia/ você é um bastardo…”.

A questão é, Barracas o tem como filho de Huracán. Ou, na verdade, os juízes. Cada vez que ele joga com o Guapo na Globo, eles o machucam.

No dia 17 de novembro de 2025 será disputada a última partida da fase regular do torneio Clausura. O furacão venceu o time de Tapia por 1 a 0 no estádio que leva o nome do presidente da AFA, quando o árbitro Gariano cobra uma bola de mão duvidosa de Nehuén Pérez na área para “expandir o volume”. Mas em Olavarría e Luna, Iván Tapia errou o chute de doze passos, portanto aos 30 minutos o árbitro marcou um segundo pênalti ainda mais escandaloso.

Naquela tarde (onde Iván Tapia também foi expulso por chute de caratê), após dois pênaltis, Barracas conseguiu os pontos que precisava para entrar na Sul-Americana. O Huracán, por outro lado, ficou de fora porque precisava manter a vantagem de 1 a 0 para entrar nos playoffs. Após a partida, a conta oficial da Globo creditou o gol de Rodrigo Insua a Tapia. Ele estava falando sobre Chiqui.

Vale lembrar que o beneficiário involuntário daquela carambola foi o Estudiantes, inimigo público número um da AFA. Finalmente, graças a essa injustiça, Pincha se classificaria e depois seria campeão, dano colateral que Chiqui não conseguiu controlar.

Podemos acrescentar uma última situação na estrada entre Huracán e Barracas. Em 2022, o jogo da noite de segunda-feira morre e Marcos Díaz leva um contra-ataque que termina em gol de Zorro Cóccaro. O árbitro Herrera descobre que o goleiro sacou fora da área, anula o gol e marca falta para Barracas. O que se segue é um ato de injustiça poética: Iván Tapia (filho de Chiqui) converte a cobrança de falta em gol e o que era 2 a 1 para a Globo dá a volta por cima e tudo termina com vitória de Guapo.

A nobreza obriga: desta vez o árbitro foi bem pago, mas nesta altura é evidente que os “pequeninos” estão sempre a favor da equipa de Tapia.

Os pequeninos para Chiqui. “Sempre o mesmo sanata”diz Insua. E ele está certo. Acontece que não existe mais time que não tenha sofrido danos contra o Barracas. Por isso, ontem à noite no Tomás Adolfo Ducó foi disputado o encontro contra o presidente da AFA, que recentemente se repetiu em loop em quase todos os campos. A mesma coisa que aconteceu um tempo antes no campo do Estudiantes. El Pincha floresceu contra o centro de Córdoba, goleando-os por 5 a 0 e lembre-se do tesoureiro da AFA gritando “Botão Toviggino/ você é um bastardo…” e “Eu não sou um idiota”.



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