As novas regras substituem um sistema de quotas desde 2000. Ao abrigo do regime estrito, os exportadores devem cumprir critérios rigorosos: as empresas têm de provar que implementaram exportações de prata anualmente de 2022 a 2024, enquanto os novos requerentes devem demonstrar uma produção anual superior a 80 toneladas e um registo de exportação consistente.
“Em comparação com o ouro, a prata apresentou um desempenho significativamente mais forte”, disse Antonio Di Giacomo, analista de mercado sénior da corretora global de ativos múltiplos X.com, acrescentando que a divergência entre o ouro e a prata reflete a natureza híbrida desta última.
“Atua como um ativo porto seguro durante períodos de incerteza, ao mesmo tempo que beneficia diretamente da expansão industrial e tecnológica, o que explica a sua volatilidade relativamente maior”, acrescentou.
A prata à vista ultrapassou os US$ 80 a onça pela primeira vez neste mês, antes de recuar para a faixa dos US$ 70.



