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Handebol foi pedido no gol do Independiente e pênalti do VAR para o Boca levantou dúvidas

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A arbitragem de André Merlos em um empate entre Boca e Independente para ele Torneio de abertura saiu com sentimentos ambivalentes. Tanto os locais como os visitantes sentiram-se lesionados e o árbitro teve influência direta nas suas decisões nos dois golos do jogo. O de Matias Abaldoque abriu o placar no Bomboneran, e o último jogo do Milton Giménezcriminal.

Merlos tem uma extensa história de julgamentos controversosnão é um juiz de destaque, mas sempre mostra uma cara séria e pouco indulgente. Trabalha no setor cerimonial e protocolar da Secretaria Geral da Força Aérea Argentina e, talvez por sua formação, tenta impor o rigor militar desde seu apito. Mas a verdade é que ele não é confiável e poucos líderes sorriem quando o bolillero nomeia o juiz de 44 anos, nascido em San Rafael, Mendoza.

Nele caixa de doces Ele tentou liderar o jogo com rédea curta, como quase sempre. Mas no final do primeiro tempo a situação saiu do controle. Foram 50 minutos quando Alan Velasco esperado na área, sentiu o contato Sebastião Valdezele juntou os pés e deixou-se cair. O meia-atacante do Boca caiu desajeitadamente, de lado. E embora os jogadores locais tenham reclamado do pênalti, Merlos deixou o jogo continuar. No contra-ataque, o Independiente quase fez 2 a 0. O que teria acontecido se Red marcasse e então viesse a chamada do VAR?

Quando a bola saiu do campo, todos os jogadores do Boca cercaram o árbitro para pedir pênalti. E lá Merlos pisoteou no ar esperando a chamada do VAR. O juiz mostrou dúvida e confiança Lucas Novellio responsável pela revisão da peça nas telas de Ezeiza. Novelli disse a Merlos que houve um toque e o mandou assistir a jogada no monitor.

No futebol “antigo”, o jogo não é pênalti. Mas neste futebol moderno de constantes interrupções e telas que muitas vezes atrapalham o desenvolvimento do espetáculo, A câmera lenta deixa claro que Valdéz está tocando o tornozelo esquerdo de Velasco. Isso o fisga. E o do Boca perde. Merlos levou vários minutos para decidir o que fazer. Até finalmente chegar ao centro do campo, ele gesticulou para que os jogadores lhe dessem espaço, para que o deixassem em paz. Ele ligou o interfone e virou a voz do estádio: “Depois da revisão do VAR… contato é visto do número 36…”, e nada mais se ouviu, pois o público entendeu que o pênalti era um fato.

Durante todo esse tempo, Milton Giménez Ele estava deitado com a bola debaixo do braço, na marca do pênalti. E Rodrigo Rei Ele conversou com ele, bem perto. No final, o atacante apoiou a bola, correu e fez 1 a 1. O árbitro havia indicado que não haveria retorno após a cobrança do pênalti máximo e após o gol encerrou o primeiro tempo. Então, Gustavo Quinterostreinador para Independenterecorreu ao juiz para reclamar da sentença com uma série de palavrões. Merlos mostrou-lhe o vermelho.

Mas Merlos não desempenhou apenas um papel de liderança nos gols do Boca. 9 minutos de jogo, Matias Abaldo Fez um belo gol, com boa definição na área. Mas uma reclamação dos jogadores locais sobre a arbitragem e também de toda a torcida baixa chamou a atenção no Bomboneran. Não se tratava de uma posição avançada, nem havia sido observada violação anterior. Mas se você quiser pesquisar, sempre encontrará algo..

No início da jogada para o gol do Independiente Malcolm Braida Ele jogou bola com o colombiano Santiago Arias. A bola bate no braço do lado vermelho e parte. Daí vem o contra-ataque que levou Maximiliano Gutiérrezo centro rasteiro na área do Boca e a boa definição do uruguaio para o 1 a 0. Nesse momento não houve necessidade de recorrer ao VAR, O árbitro manteve-se firme na posição e confirmou o gol. Isso levantou dúvidas, mas no final sua decisão pareceu acertada.



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