Mais residentes do Tribunal Wang Fook e funcionários seniores de duas empresas de engenharia deverão testemunhar na quinta-feira, no 13º dia de uma audiência sobre o incêndio mais mortífero de Hong Kong em décadas.
O presidente do comitê, juiz David Lok Kai Hong, disse um dia antes que o órgão se absteria de decidir por enquanto se se candidataria para se tornar uma comissão de inquérito ao líder da cidade, o que lhe daria o poder de chamar testemunhas-chave que anteriormente se recusaram a testemunhar ao vivo.
Loke disse que o comitê ajustará suas estratégias investigativas à medida que a investigação avança e o material que possui, acrescentando que não foi uma medida “apropriada” ou “inteligente” tomar uma decisão tão importante nesta fase.
A reunião de quarta-feira destacou como o call center 999 da polícia colaborou com os operadores de console do departamento de bombeiros para atender chamadas de emergência dos residentes.
Em depoimento perante a comissão, um subchefe dos bombeiros também respondeu a perguntas públicas sobre o uso de drones e helicópteros para combater incêndios, dizendo que nenhum dos dois era prático.
Ele acrescentou que Hong Kong rejeitou ofertas de ajuda dos bombeiros de Guangdong, alegando que os bombeiros do continente “não estavam adaptados” ao ambiente da cidade.
Um superintendente da polícia que chefia a unidade de identificação de vítimas de desastres da força também disse que é improvável que o número de mortos ultrapasse os atuais 168, já que a unidade fez buscas minuciosas no local.
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