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Um olhar profissional sobre a ameaça nas escolas: eles alertam para os desafios virais e querem que você não subestime os sinais.

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Placas com mensagens de alerta causaram preocupação em diversas cidades. Os especialistas observam que este é um fenómeno complexo e exigem uma abordagem abrangente.

Nas últimas horas, imagens de inscrições com frases como “Eu mato todos elesNas paredes dos banheiros de diversas instituições de ensino capital, grupo, Fontes termais do Rio Hondo sim Anatoya. A situação suscitou alarme entre estudantes, pais e responsáveis, num contexto nacional marcado por casos extremos de violência escolar.

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De acordo com este cenário, desde Transmissão de notícias 7 Eles conversaram com o graduado Treinamento de Martina Itore e psicólogo Florença AugereauEle concordou que estes não são eventos isolados, mas um fenômeno que precisa ser analisado profundamente.

Hoje, praticamente todos os lares e escolas têm medo destas mensagensEles observaram, explicando que muitas dessas ameaças estão relacionadas a desafios virais que se espalham em redes sociais como o TikTok. Este tipo de situações são registradas não só em Santiago del Estero, mas também em outras províncias como Tucumán, San Luis, Rosário e Catamarca.

Os especialistas alertaram que a preocupação aumentou com os casos recentes em todo o país, em que estudantes usaram armas de fogo em instituições de ensino. “O problema surge quando estes fenómenos simbólicos, que começam como ameaças ou jogos virais, se transformam em acontecimentos reais.“, explicaram.

Um fenômeno multicausal

Do ponto de vista profissional, tanto Iture como Ojero enfatizaram que estes acontecimentos não podem ser explicados por uma única causa. Pelo contrário, é um fenómeno multicausal que atravessa diferentes tipos de violência: estrutural, familiar, social, digital e mediática.

Nesse sentido, apontaram que embora em alguns casos se falasse em bullying, havia outras variáveis, como a possível influência de comunidades virtuais que glorificavam a violência. “Estamos diante de cenários mais complexos que envolvem múltiplos fatores“, sustentaram.

Adolescência, redes e sinais de alerta

Os especialistas também se concentraram nas características da adolescência. “Existe uma forte necessidade de pertencer a um grupo, mas ao mesmo tempo muitos adolescentes passam a maior parte do tempo sozinhos.Eles explicaram. Além disso, muitas famílias enfrentam longas jornadas de trabalho que limitam o apoio diário.

Neste contexto, alertaram para a importância de não subestimar alguns sinais. Comportamento agressivo, problemas de adaptação às normas organizacionais, problemas de manutenção de atividades em grupo ou mesmo abuso de animais podem ser indicadores de alerta.

É uma fase complicada e os adolescentes não devem ser negligenciados“, notaram.

Responsabilidade compartilhada

Outro ponto importante foi que não havia necessidade de confiar todas as responsabilidades a um único interveniente. “Não é só família ou só escolaExplicaram, observando que os professores também enfrentam condições de trabalho difíceis que dificultam a resolução destes problemas.

Por isso, destacaram a importância do trabalho integral e interdisciplinar nas instituições de ensino com equipes de psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais que possam intervir tanto na prevenção como no apoio.

No entanto, alertaram que muitas vezes estas ações são tomadas quando o problema já começou, razão pela qual insistem na necessidade de as políticas serem sustentadas ao longo do tempo e de incorporarem estas questões em toda a sala de aula.

O papel das redes e da mídia

As ameaças detectadas nas escolas de Santiago forçaram a activação de protocolos de segurança e causaram medo em toda a comunidade educativa. Neste sentido, os especialistas observaram que as redes sociais, juntamente com a necessidade de visibilidade, podem levar os jovens a ultrapassar os limites.

Além disso, enfatizaram o papel da mídia. “A recorrência contínua ou a proximidade da doença podem produzir um efeito contagiosoEles alertaram e pediram relatórios responsáveis ​​e evitando a instalação de modelos de imitação.

Recomendações

Concluindo, os especialistas concordaram sobre a importância de criar espaços de escuta ativa para os adolescentes, fortalecendo o trabalho entre família e escola e utilizando os escritórios interdisciplinares existentes.

É uma questão complexa que requer uma análise profunda e uma abordagem colectiva.Observaram, ao mesmo tempo que insistiram na necessidade de uma acção responsável para evitar que estas ameaças se transformassem em acontecimentos reais.

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