Sánchez pressionou por laços mais estreitos com Pequim, expressando preocupação com o persistente défice comercial bilateral e a guerra na Ucrânia, uma abordagem que, segundo analistas, poderia servir como modelo diplomático no meio da tensa relação de Bruxelas com Washington.
De acordo com Wang Hani, pesquisador da Universidade de Estudos Internacionais de Xangai, o líder espanhol “alcançou um equilíbrio delicado entre a retórica estratégica de alto nível e a cooperação prática”.
Wang disse que este equilíbrio proporciona um quadro viável para os países europeus desenvolverem as suas relações com a China.
No entanto, alguns analistas expressaram cepticismo quanto ao facto de a abordagem de “sanduíche de elogios” de Espanha ser um modelo fracassado, experimentado e testado, de combinar elogios com críticas críticas que pouco fariam para mudar o comportamento de Pequim em questões-chave.



