A negação, emitida por um porta-voz do governo na noite de sábado, seguiu-se a um artigo de opinião de um jornal dos EUA intitulado “O pesadelo de Hong Kong se aprofunda”.
A peça descreve a introdução de um novo procedimento no âmbito da Portaria de Salvaguarda da Segurança Nacional, que permite aos líderes municipais classificar questões jurídicas como “repressivas” para a segurança nacional.
No comunicado, o governo disse que a legislação subsidiária publicada no início da semana tinha apenas como objetivo esclarecer “outras infrações que ameaçam a segurança nacional” ao abrigo da legislação relevante e proporcionar mais segurança na sua aplicação.
“O Código de Questões Processuais não infringirá de forma alguma qualquer direito legítimo do réu. Hong Kong é um lugar onde o Estado de Direito é fundado”, afirmou.
“A culpa ou inocência do réu deve ser decidida pelo tribunal de forma independente e de acordo com a lei. O tribunal irá, como sempre, garantir o direito do réu a um julgamento justo.”
As autoridades publicaram na terça-feira o Regulamento de Salvaguarda da Segurança Nacional (Questões Processuais), que diz que o chefe do executivo pode emitir um certificado para classificar qualquer assunto como uma alegada ofensa à segurança nacional.



