Entre as mensagens estavam aquelas em que Sugimoto desenvolvia relações sexuais com diversas funcionárias e comentava sobre sua aparência física. Segundo a reportagem, ele também tocou diversas vezes nos corpos de tripulantes femininas.
“A sensação de excesso foi extremamente intensa”, disse o relatório. Afirmou que as suas ações poderiam violar a lei anti-perseguição ou constituir o crime de indecência não consensual.
Sugimoto, 63 anos, enviou mensagens sexuais como “Quero beijar você” e “Tenho uma vontade irresistível de abraçar você” para pelo menos quatro funcionárias. Ele os alertou para não revelarem o texto a outras pessoas, dizendo-lhes para “mantê-lo em segredo e levá-lo para o túmulo”.
Sugimoto, um ex-burocrata de corregedoria do ministério, enviou os textos usando o aplicativo Line e seu endereço de e-mail privado, disse o relatório. O Governo da Província de Fukui nomeou uma equipe de três advogados para investigar o caso.
A investigação também confirmou atos de assédio durante eventos sociais. Sigimoto colocou a mão dentro da saia de uma tripulante e tocou suas nádegas, e sentou-se lado a lado com uma tripulante em um sofá de dois lugares e tocou sua coxa, disse o relatório.



