O líder de Cuba disse na segunda-feira que “não houve negociações” com os Estados Unidos, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, instou a ilha governada pelos comunistas a “fazer um acordo” ou pagar o preço.
Miguel Díaz-Canel escreveu nas redes sociais que “não houve nenhuma comunicação com o governo dos EUA além de contactos técnicos na área da imigração”.
“Para que as relações entre os Estados Unidos e Cuba prosperem, devem basear-se no direito internacional e não na hostilidade, nas ameaças e na coerção económica”, escreveu Daz-Canel.
Ele acrescentou: “Estamos sempre prontos para iniciar um diálogo sério e responsável com os vários governos dos EUA, baseado na igualdade soberana, no respeito mútuo, nos princípios do direito internacional e no benefício mútuo, sem interferência nos assuntos internos e com total respeito pela nossa independência”.
O presidente dos EUA disse aos repórteres no domingo que os EUA estavam conversando com Cuba. Ele não especificou o que foi discutido na suposta conversa, mas disse “vocês vão descobrir muita coisa”.
Washington impôs sanções económicas ao seu vizinho insular durante décadas, mas Trump intensificou a pressão nos últimos dias.



