Com a chegada de uma força-tarefa de porta-aviões da Marinha dos EUA ao Oriente Médio, perto do Irã, na terça-feira, o presidente Donald Trump precisará de todos os meios militares necessários para lançar uma guerra contra Teerã até o final desta semana.
Embora ainda estejam previstos desenvolvimentos diplomáticos de última hora em Washington, Trump terá em breve de escolher um plano desenvolvido pelo Pentágono para alcançar os resultados desejados – nenhum dos quais foi tornado público.
Washington manteve canais diplomáticos de apoio, entre o enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e através da mediação dos estados do Golfo, Omã, Qatar e Arábia Saudita.
Numa entrevista ao site de notícias americano Axios, com sede no Médio Oriente, na segunda-feira, Trump destacou a influência de Washington no seu impasse contra Teerão, com a chegada de uma força de ataque naval.
“Temos uma grande armada à frente do Irão. Maior que a Venezuela”, disse ele, referindo-se à recente acção militar dos EUA.
“Mas eles querem fazer um acordo. Eu também sei disso. Eles ligaram várias vezes. Eles querem conversar”, acrescentou.


